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sexta-feira, 2 de agosto de 2013

O Papa é Pop



O JMJ E O EVANGELHO DA MARCHA RÉ
Não há como negar ‘o papa é pop’ e não somente entre os católicos apostólicos romanos, mas dentre muitos outros, adeptos das mais diversas religiões. Mesmo que ‘o pop não poupe ninguém’, as manifestações contra a visita do bispo de Roma em nada ofuscaram a sua presença e participação ilustre na JMJ (Jornada Mundial da Juventude), na cidade do Rio de Janeiro.
Com o lema “Ide e fazei discípulos entre todas as nações” (Mt 28:19), a JMJ se diz como “mais que um encontro que reúne milhares ou mesmo milhões de jovens, a Jornada Mundial da Juventude dá testemunho de uma Igreja viva e em constante renovação.”, uma pequena mostra de que a ICAR realmente está preocupada com o avanço das outras religiões mundo a fora e em especial aqui no Brasil. O destaque é para o protestantismo que cresceu 61% entre 1990 e 2010, porém há uma diluição dos membros da ICAR em outros credos, como o espiritismo Kardecista (2%) e o ateísmo ou agnosticismo (8%). E nesse sentido, vemos que a música da vez é o tango, já que o estilo alemão de dançar foi ‘obrigado’ a renunciar e o baile polonês não durou pra sempre, embora tenha começado tudo isto.
Algo que ICAR retomou a pouco, com João Paulo II, o intuito do evento no Rio de Janeiro, foi a evangelização. Contraditoriamente em um país de maioria católica este ato se faz necessário pelos motivos de perca de membros. E como disse um amigo meu “o marketing do Vaticano é muito bom”, pois soube realmente quem colocar no pontificado para dançar conforme a música do momento, pois como bem sabemos a expressa humildade de Francisco é atraente até para os evangélicos que possuem líderes mais soberbos do que qualquer ímpio que não conhece a Cristo. Aí ficou fácil até demais agradar, porque se por um lado ‘sobra dinheiro’ ao segmento neopentecostal, falta humildade em todos os sentidos e no sentido mas amplo da palavra. Lembremos também que todo esse investimento de renovação também se expande a música, o argumento é o mesmo, ficou fácil com o cenário musica gospel do “agora é só vitória” em contraste com “tudo é do Pai”.
Contudo a 28ª JMJ passou, mas alguns de seus objetivos foram cumpridos. Ao contrário do emocionalismo contido nos breves e raros momentos que algum evento protestante trouxe algo de mais chamativo, a religião romana conseguiu atrair para si a ideia de que juntamente com ela, as outra religiões podem juntamente coexistir sem divergir. E mais, podem até compactuar da visão una de que Cristo realmente morreu por todos, já que o seu amor é imensamente maior do que sua justiça e ira. Infelizmente, a teologia burra do quantitativo (e não qualitativo) evangelicalismo atual do Brasil é criança demais para comer da solidez da palavra e entender, às claras, que o catolicismo está demasiadamente distante do que Cristo realmente ensina a Palavra. A JMJ e a visita do Papa ao Brasil fizeram mais estrago ao protestantismo do que uma simples admiração cega a uma falsa humildade marqueteira. A afinidade de alguns líderes ou simples membros, ditos cristãos, com o papa é entendível: ambos estão mais preocupados com a quantidade de membros e sua hegemonia do que com a mensagem do evangelho de forma que a nova onda de ecumenismo juntou a fé e a vergonha quando a simples afirmação “somos todos irmãos” foi proferida. Em última análise, estamos voltando ao tradicionalismo onde a religião realmente não faz diferença.
“Você pode ter sido batizado na igreja, criado na igreja, servido na igreja. Pode ser que tenha se casado na igreja, morrido na igreja, ter sido velado na igreja e ainda assim acordar no inferno caso esteja meramente na igreja e não em Cristo” (Mark Driscoll) . Estar em Cristo é uma necessidade impar e transcende qualquer religião, mas não é possível ter fé se você não está em uma religião que te faça ouvir as verdadeiras palavras da fé dos evangelhos como afirma o verdadeiro apóstolo de Jesus, Paulo de Tarso, em Romanos 10.17, ponto.
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Texo é de Felipe Medeiros, sagaz e oportuno!! Fonte: UMP da Quarta.

sábado, 20 de abril de 2013

OFICINA DORCAS - IPBV


Esse trabalho é uma das frentes missionárias de nossa IPBV, contamos hoje com cerca de 40 mulheres que todas as quartas-feiras participam dos cursos oferecidos em nossa igreja, e ouvem da palavra de Deus.




Os cursos oferecidos: Pintura em tecido, crochê, tricô, renda turca e arraialo



OREMOS POR ESSE TRABALHO,E PELA AMPLIAÇÃO DELE ...



sábado, 16 de fevereiro de 2013

Uma Voz Pela VIda ... HAKANI



Gostaríamos de incentivar nossos leitores a conhecer o Projeto Hakani, que trabalha contra o infanticídio em tribos indiginas.  Como imagens valem mais que palavras queremos apresentar o site e um vídeo explicativo. A nossa IPBV apoia esse projeto e queremos que vocês conheçam uma realidade que a nossa TV não mostra. Vamos quebrar o silêncio e lutar por causas justas ...


http://www.hakani.org/pt/


Esse vídeo contem cenas fortes que vai mexer profundamente com você. Esse é o nosso Brasil !!!






quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Quando só o Evangelho não basta




A criatividade (para não dizer outra coisa) do meio evangélico em nossos dias já extrapolou a barreira do ridículo. As invencionices e esquisitices proliferam como praga promovendo escândalos e desonra ao Evangelho de Cristo. 

Quando só o Evangelho não basta surgem as campanhas milagrosas onde o único beneficiado é o líder que embolsa    somas astronômicas de dinheiro. Vidas sofridas e machucadas são iludidas pelas falsas promessas de que Deus quer curá-las. Nem preciso dizer que a doença e o sofrimento para esses tais estão longe de serem instrumentos de Deus na vida daqueles que são Seus filhos (cf. Hb 12.6; 2Co 12.7-10) moldando-lhes o caráter à semelhança de Cristo (Rm 8.28-30).

Quando só o Evangelho não basta para atrair os pecadores a Cristo por meio de um sincero arrependimento, programações e eventos dos mais estapafúrdios são apresentados diferindo pouco ou nada do mundo com seus atrativos. Festas folclóricas que sempre estiveram associadas à idolatria e ao paganismo recebem uma roupagem “gospel”, mas, abrigando o velho lixo de sempre no seu conteúdo. Ringues e arenas são montadas dentro dos espaços de culto (antes eram chamados de “templos”) onde irmãos que praticam artes marciais e pugilismo se atracam numa “pancadaria santa”, e tudo isso com o propósito de atrair a atenção especialmente jovens.

Quando só o Evangelho não basta para manter as pessoas na comunhão da Igreja, líderes fazem de tudo para paparicá-las passando-lhes a ideia de que são tão importantes como se Deus existisse para agradá-las, e não o contrário. Certa feita ouvi da boca de um pastor que ele faria o que fosse necessário para segurar uma pessoa na sua igreja: “Se necessário for eu lambo o chão para que essa pessoa continue conosco”, e ele disse isso com convicção. Eu lhe respondi: “Deixe de ser tolo. Se essa pessoa não permanecer por causa do sangue de Cristo, não será a sua saliva que a segurará na Igreja”.

Quando só o Evangelho não basta, as experiências sobrenaturais e sensitivas dão lugar à pureza e ao poder do Evangelho, e por isso mesmo já não se pode dizer como Paulo disse: “Pois não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê” (Rm 1.16). Tais experiências, como Paulo alertou o jovem pastor Timóteo têm “forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder” (2Tm 3.5). E como tais experiências que embora afirmem ser demonstração do poder de Deus não o são de verdade? Quando elas não produzem nenhuma mudança no coração e caráter das pessoas; quando a única mudança que se vê nessas pessoas está somente num linguajar cheio de jargões que mais parecem fórmulas mágicas (“tá amarrado”, “eu decreto”,”eu ordeno”, “tomo posse dessa bênção”, “só Jesus nessa causa”, “eu concordo com sua prosperidade”, etc.), mas, a maledicência (fofoca, calúnia, mentira, etc.) ainda está muito bem viva em seus lábios e corações.

Quando só o Evangelho não basta para orientar os corações em busca do verdadeiro sentido da vida (viver para a Glória de Deus), as psicologias, as terapias, as filosofias, a antropologia, a sociologia e todas as outras “ciências” inventadas pelo homem para entender a si  mesmo e responder aos seus dilemas invadem os púlpitos (que em muitas igrejas agora são chamados de “palcos” e até mesmo “altares”) e assim o povo é alimentado com o que o homem produz e não com a Palavra de Deus. Por esse motivo vemos tanta gente definhando, tantos corações confusos dentro das igrejas por que não são mais confrontados com a Palavra de Deus, mas, bajulados com a falácia dos homens.

Quando só o Evangelho não basta… Mas, quando ele não basta?  Quando nosso orgulho nos impede de reconhecer nosso pecado e pecaminosidade, bem como nossa total carência e dependência da Graça de Deus.

O Evangelho jamais perderá o seu poder porque ele é a maravilhosa notícia vinda dos céus na pessoa de Jesus Cristo, e como tal sempre cumprirá aquilo que é do agrado de Deus (Is 55.11). Como alguém disse: “O mesmo sol que amolece a cera, endurece o barro”. Resta saber agora se você é cera ou barro diante do Evangelho.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Por que a evangelização é imperativa?






A evangelização não é uma opção, mas um mandamento. A grande comissão foi repetida em todos os Evangelhos e também no livro de Atos.

Todos aqueles que foram alcançados pelo evangelho são enviados a compartilhar o evangelho. A evangelização não deve ser apenas um programa da igreja, mas um estilo de vida de todos os crentes.

Algumas razões pelas quais a igreja deve estar engajada na evangelização:

1) Porque o homem sem Cristo está perdido.Jesus é o único Caminho para Deus, a única Porta de entrada no céu, o único Mediador entre Deus e os homens. Jesus é o Salvador do mundo.

2) Porque o evangelho é a única boa nova de salvação. O evangelho é o palco onde Deus revela seu amor e sua justiça. O evangelho é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê.

3) Porque a evangelização é uma ordem expressa de Deus. A evangelização é uma obra imperativa, intransferível e impostergável. O Senhor Jesus morreu na cruz, ressuscitou dentre os mortos e comissionou a igreja a ir por todo o mundo, levando as boas novas do evangelho a toda criatura.

4) Porque Deus é glorificado na salvação dos pecadores. O propósito maior da evangelização dos povos é que esses povos todos glorifiquem a Deus e exaltem seu nome. O centro da obra evangelizadora da igreja não é o homem, mas o próprio Deus. Devemos evangelizar para arrebatar os homens do fogo e também porque é ordem de Deus. Mas, sobretudo, devemos evangelizar porque a salvação do perdido traz glória ao nome de Deus. Há júbilo diante dos anjos de Deus, no céu, por um pecador que se arrepende. Os salvos serão, por toda a eternidade, verdadeiros troféus da graça de Deus e, nos salvos, Deus será glorificado para sempre e sempre!


Adaptado do texto de Hernandes Dias Lopes

sábado, 12 de janeiro de 2013

Evangelismo Pessoal


“[André] ... Achou primeiro ao seu próprio irmão, Simão, a quem disse: Achamos o Messias ...”  (Jo. 1:41)

Esta leitura registra a chamada dos primeiros quatro discípulos. É instrutivo observar o método empregado na evangelização, assim como a prova de uma adesão a Cristo: ser uma testemunha.

1. A Primeira Mentalidade (João 1:40-42). Os primeiros dois discípulos foram frutos do testemunho de João Batista. Eles receberam uma boa instrução quanto à pessoa e obra de Jesus Cristo. Assim, com corações repletos de alegria, saíram a proclamar: Achamos o Messias, vinde e vede.

2. A Primeira Menção (João 1:43-44). Normalmente, a evangelização é realizada na base de pessoa a pessoa. Aqui, pela primeira vez, é Jesus que fala. A ordem é concisa: Segue-me. Ele mesmo afirmou: “As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem.” Filipe é um exemplo.

3. A Primeira Mensagem (João 1:45-51). O resultado do encontro com Cristo é sempre o mesmo. André achou seu irmão e Filipe encontrou Natanael. A mensagem é sempre a mesma: achamos aquele de quem Moisés escreveu na lei ... Jesus.

Praticamos esta mesma espontaneidade?

Oração: Senhor, que Tu me dês aquela espontaneidade para sempre aproveitar as oportunidades de um evangelismo pessoal. Em nome de Jesus. Amém.


Rev. Ivan G. G. Ross

O Senhor Precisa de Trabalhadores




“Vendo ele (Jesus) as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam aflitas e exaustas, como ovelhas que não têm pastor. E, então se dirigiu a seus discípulos: A seara, na verdade, é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara” (Mt. 9:36-38).

Nestes versículos, percebemos o que Jesus sente diante das necessidades das multidões deste mundo. São duas as realidades que devemos conhecer:

1. A Situação das Multidões. São “aflitas e exaustas” e em grande necessidade de um socorro. São perdidas, alguém precisa ir ao seu encontro e oferecer-lhes uma direção. “Aflitas e exaustas” descreve a situação emocional e espiritual das multidões. Na verdade, estão sem Cristo e separadas dos meio espirituais, pois não conhecem as promessas da salvação. Enfim, não têm esperança e vivem sem Deus no mundo, (Ef. 2:12).

2. A Resposta para as Multidões. À semelhança de Jesus, devemos ter compaixão delas. Uma verdadeira preocupação pelo estado espiritual das multidões nos levará a fazer duas coisas, no mínimo: Primeiro, oraremos ao Senhor da seara pedindo que Ele mande trabalhadores aos necessitados. Não rogamos por mais pastores, nem por mais evangelistas, mas, sim, por “trabalhadores”, pessoas dispostas a cuidar das necessidades espirituais de seu próximo, prontas para oferecer-lhe uma “boa palavra” que comunique esperança, (Is. 50:4). E, em Segundo lugar, oferecemo-nos a Deus, dizendo: “Eis aqui estou para fazer, ó Deus, a tua vontade” (Hb 10:9).

Os coríntios nos dão a atitude certa: “Deram-se a si mesmos primeiro ao Senhor, depois a nós, pela vontade de Deus” (2 Co. 8:5). Deus quer que, em primeiro lugar, pertençamos a Ele, para que, depois, tenhamos condições para servir ao nosso próximo. Qual é a sua resposta diante do apelo de Cristo?

Rev. Ivan G. G. Ross
Itajubá, 17 de Agosto de 2012

sábado, 10 de novembro de 2012

Socorrendo ou Pensando



Uma certa vez, em uma aldeia, havia um rio que ninguém ousava tomar banho nele, pois era muito fundo e a correnteza era forte. Um certo dia um garoto aproximou-se do rio e resolveu entrar. Em poucos instantes o garoto estava gritando por socorro, pois começou a afogar-se. Toda a aldeia veio para ver o que estava acontecendo, mas ninguém ousou entrar. De repente veio uma mulher gritando e chorando pois era o seu filho que estava na água... Um homem vendo o desespero daquela mãe, resolveu entrar para resgatar o garoto, mas impôs uma condição, ele amarraria uma corda em sua cintura e as pessoas que estavam às margens teriam que segurar a outra ponta e puxarem-na assim que ele alcançasse o garoto. E, eles aceitaram a proposta.

Chegando no meio do rio o homem conseguiu agarrar o garoto e gritou para que as pessoas os resgatassem puxando a corda, mas a multidão que estava à margem discutia de quem era a obrigação de segurar a corda. Outros discutiam sobre quem pagaria a corda caso ela fosse arrastada junto com aquele homem. Com isso esqueceram-se de segurar a corda, e os dois foram vencidos pela correnteza... e afogaram-se. Quando deram fé, era tarde demais. 

Este rio representa o mundo, o garoto, as pessoas perdidas sem Jesus, o homem que foi resgatar representa o missionário, e as pessoas que estavam à margem do rio a igreja. Eu não sei onde você se encaixa nesta história, mas reflita nela, pense sobre o que você tem feito por qem está lá, na outra ponta da corda!

“Missões se faz com os pés dos que vão, com os joelhos dos que oram e com as mãos dos que contribuem”. Não com a filosofia dos que discutem.



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Fonte: http://www.sandovaljuliano.com.br/site/frases-e-pensamentos/266-uma-bela-reflexao-sobre-missoes

sábado, 15 de setembro de 2012

O que significa MISSÕES?



Embora a palavra “missões” não se encontre nas Escrituras, a idéia está inserida em toda a Bíblia Sagrada, de Gênesis a Apocalipse;

A palavra “missão” vem do latim “mitto” e significa “enviar”. No Novo Testamento vemos o próprio Jesus empregando uma palavra com o mesmo significado – a palavra apóstolo (do grego apostello). De maneira simples, podemos afirmar que missão significa enviar;

Quando falamos em missões nos referimos à proclamação do evangelho em todo mundo, o que é geralmente chamado de Grande Comissão. Esta Grande Comissão consiste nas últimas instruções de Jesus a seus discípulos e que se encontra registrado nos quatro Evangelhos (Mt 28.18-20; Mc 16.15,16; Lc 24.46-49; Jo 20.21,22), bem como no livro de Atos dos Apóstolos (1.8).

“Uma igreja sem missões é uma igreja com o futuro comprometido.”
Não existe história da Igreja sem Missões: No passado a Igreja expandiu porque pessoas se dedicaram em cumprir a grande comissão. No presente o crescimento da Igreja está sujeito ao quanto nos dedicamos em fazer missões; (é o termômetro da Igreja; uma Igreja sem alvo é como um navio sem bussola). No futuro as gerações vindouras refletirão nosso amor por missões. (dentro e fora da Igreja).

"A grande necessidade da igreja é ter um espírito de evangelização, não um esforço evangelístico temporário" (J. Blanchard)


Pr. Fernando Firmino

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

QUEBRANDO PARADIGMAS


Quando falamos em  “Missões” logo vem em nossa mente  missionários que estão em vários lugares distantes do nosso mundo, de nosso pais, que se dedicam em tempo integral, que recebem nossas ofertas financeira. Mais não podemos negligenciar nossa responsabilidade diante de Deus de pregar o evangelho, pois todos fomos chamados “Ide e Pregai” (Mateus 28: 19-20).

“A um deu 5 talentos, a outro 2 e a outro 1, a cada um segundo a sua capacidade” (Mateus 25: 15)

Na parábola dos talentos percebemos que todos nós recebemos no mínimo 1 talento. Não sejamos como o servo infiel, que “depositou na terra”, o seu 1 talento. Mais que este 1 venha ser usado por nós e certamente será multiplicado.

Precisamos ser fieis ao Senhor em Tudo, vamos lançar a semente.Vamos demonstrar a nossa fé em Cristo em nosso dia-a-dia, em nossa escola, em nossa trabalho em nossa vizinhança. Somos convocados a ser testemunhas de Cristo.

"Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samária, e até os confins da terra. " (Atos 1:8)




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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

COMO OS CRISTÃOS GASTAM SEU DINHEIRO?


 
AS PESQUISAS MOSTRAM QUE:

1. Gasta-se mais com chicletes do que com Missões.

2. Gasta-se mais com refrigerantes e balas do que com Missões.

3. Gastam-se mais com produtos de beleza do que com Missões.

4. Gasta-se mais com comidas supérfluas do que com Missões.

5. Gasta-se mais com animais de estimação do que com Missões.

6. Gasta-se mais com roupas de grife do que com Missões.

Será que já paramos pra pensar e analisar qual a importância de nossas contribuições para Missões? Será que você, querido irmão, tem consciência do valor que sua ajuda tem para a obra de Deus?

Um aparelho eletrodoméstico que um cristão compra à vista, costuma ter um custo maior do que a oferta dada para Missões durante cinco anos por esse mesmo cristão.

Os cristãos estão dando para Missões menos do que o valor equivalente a uma coca-cola diária. Como podemos dizer que amamos a obra missionária, se Missões é o nosso menor investimento?

Mesmo que o baixo investimento na obra missionária seja uma verdade incontestável, vale dizer que a oferta missionária deve ser dada com amor, e não por obrigação. Muitas vezes, queridos, não temos a possibilidade de ir até o campo missionário. Contudo, as nossas ofertas bem como nossas orações, podem chegar até lá.

Todos nós concordamos que Deus tem uma obra a realizar no mundo através da igreja e que Ele estabeleceu um plano para o sustento desse trabalho. Quem aceita a autoridade bíblica, participa efetivamente desse plano. A palavra de Deus, além de fornecer a doutrina do sustento, nos fornece também modelos de sustento da sua obra.

Se a obra de Deus é feita na base da cooperação, como disse Paulo – “Nós somos cooperadores de Deus” (I Co 3.9) – isto implica que deve haver a colaboração de todos. Os missionários são devedores: “Eu sou devedor, tanto a gregos como a bárbaros, tanto a sábios como a ignorantes” (Rm 1.14.) O missionário é devedor ao povo que o enviou como ao povo ao qual é enviado. Porém, como reivindica o apóstolo Paulo em I Co cap.9, que passa a ser um porta voz de todos os missionários.

O versículo 4 do capítulo 9 de Coríntios diz: “Não temos nós direito de comer e beber?” Quantos missionários em nossos dias, amados irmãos, não tem gozado desse direito!

Que tenhamos em mente que ajudar com as nossas ofertas os obreiros do Senhor é fazer o bem. O fruto da nossa fidelidade será o engrandecimento do reino de Deus e o cumprimento da promessa do Senhor em derramar abundantes bençãos sobre os que assim cooperam com a causa de Cristo através de suas igrejas ao redor do mundo.

“Deus quer a evangelização do mundo, mas se você se recusa a sustentar as missões, você se opõe à vontade de Deus.


Por Oswald Smith